INCONTINÊNCIA URINÁRIA FEMININA
A perda involuntária de urina empresta características dramáticas à qualidade de vida da mulher. Sentimentos porquê vergonha, impaciência, frustração, depressão e terror geralmente estão associados à incapacidade de retenção urinária, levando suas portadoras a um permanente estado de angústia e a um progressivo isolamento social.
A incontinência urinária não é uma doença em si, e sim um sintoma que pode ter diversas causas. Entre estas, destacamos: o prostração da musculatura e dos tecidos pélvicos que sustentam a varíola e a uretra, a mobilidade exagerada do pescoço vesical, o fechamento deficiente do esfíncter uretral e a contração prematura do músculo da varíola (detrusor). É importante lembrar que alguns distúrbios neurológicos (nevropatia diabética, esclerose múltipla), as infecções (cistites) e o uso de certos medicamentos também podem ser responsáveis pelo emergência ou agravamento deste sintoma.
A perda de urina que se manifesta em situações nas quais há um aumento súbito da pressão abdominal – porquê no ato de tossir, pular, espirrar, gargalhar, passar, levantar peso - é conhecida clinicamente porquê “incontinência urinária de esforço”. Uma outra forma de incontinência se caracteriza pela sensação de urgência; isto é, há um intenso (e urgente) libido de esvaziar a varíola, entretanto a paciente não consegue inibir esse libido, perdendo urina antes de chegar ao toalete. Nestes casos, há uma contração prematura e irrefreável do detrusor, fazendo com que o revérbero de esvaziamento aconteça sem que a varíola esteja enxurro - porquê ocorre na cistite -, porém, cá, há uma importantíssima diferença: não há infecção.
Incontinência Urinária Feminina – Quando procurar um especialista
Os partos – múltiplos e/ou difíceis (fetos grandes) – podem provocar lesões no assoalho pélvico que, mais tarde, irão se manifestar pela “queda de varíola” (cistocele), “queda do útero” (prolapso) ou pela incontinência urinária. Entretanto, esses problemas também são observados em mulheres que não tiveram filhos, ou os tiveram por cesariana, indicando a participação de um fator constitucional. A deficiência hormonal, que se instala na pós-menopausa, também colabora para o prostração das estruturas anatômicas que dão sustentação à varíola e à uretra femininas.
O diagnóstico do tipo de incontinência – se de esforço, de urgência, mista, etc. - é o passo mais importante para que possamos traçar uma estratégia terapia adequada. A investigação inicial inclui a estudo das informações fornecidas pela paciente (freqüência, intensidade, pretérito obstétrico e ginecológico, cirurgias corretivas anteriores, etc.) e o examinação pélvico. Leste, criterioso, dirigido para detectar possíveis alterações anatômicas responsáveis pelo sintoma. Se, depois a avaliação inicial, houver urgência de um estudo mais detalhado sobre a funcionalidade do trato urinário ordinário, a paciente deverá ser encaminhada a um serviço de Urologia para realizar outros exames (estudo urodinâmico), visando esclarecer o quadro galeno.
Para cada mulher que sofre de incontinência urinária, há um recurso terapêutico mais adequado. Em outras palavras: nesta, porquê em outras patologias ginecológicas, o tratamento deve ser individualizado. O tipo de incontinência, a idade da paciente (pós-menopausa), a intensidade do sintoma (ligeiro, moderada ou severa), a concomitância de distúrbios neurológicos (centrais ou periféricos) e a existência - ou não - de prolapso genital associado são alguns dos parâmetros que devem ser considerados na escolha da melhor opção terapia. Os recursos atualmente disponíveis incluem procedimentos clínicos (medicamentos), fisioterápicos (exercícios de fortalecimento dos músculos do assoalho pélvico) e uma gama variada de técnicas cirúrgicas - algumas das quais são feitas com anestesia sítio, e exigem exclusivamente 12 horas de internação.
Nos dias atuais, um dos mais importantes objetivos da uroginecologia é promover a trato da incontinência urinária e, portanto, restituir a qualidade de vida entre suas portadoras.

Comentários
Postar um comentário
Gostou do conteúdo? Comente!